Investir no exterior é mais acessível e fácil do que muitos imaginam. Muitos achavam que era apenas para os milionários ou então para bandidos.
Isso tem se tornado uma opção cada vez mais comum entre os brasileiro, que têm buscado maior segurança, diversificação e até melhor rentabilidade.
Investir no exterior em busca de uma rentabilidade maior pode soar estranho para alguns. Afinal, a bolsa brasileira acumulava uma alta de cerca de 20% no ano até o início de dezembro. E a taxa real de juro, embora em queda, ainda está entre as mais altas do mundo — o Brasil só perde para a Turquia e a Rússia.
Solução para investir
O pulo do gato está na diversificação. “A poupança dos brasileiros está concentrada no Brasil, seja em ações, seja em renda fixa. Se houver uma piora conjuntural ou sistêmica do país, todos esses ativos serão afetados de alguma forma, ao mesmo tempo”, diz Pettine.
É por isso que muitos consultores sugerem, mesmo para quem não tem milhões, reservar parte do patrimônio para aplicar lá fora. Na Rio Bravo, a orientação é manter de 10% a 20% do patrimônio no exterior. No Santander, fala-se em 15% para patrimônios menores, e em algo entre 20% e 30% para os bem mais abastados (com fortuna acima de 80 milhões de reais).